Aí Marcelo em busca da Batida Perfeita? Não! Do Final Perfeito!

Em uma “vibe” leve e morna, pensava na história que estou escrevendo e tentava imaginar milhares de coisas que poderiam acontecer, para que pudéssemos experimentar o fim de uma história perfeita!
Veja os 3 porquinhos, a história acaba com eles cantando: – Quem tem medo do Lobo Mau?! Pô! Então imagino que se o Lobo Mau rodou, ele é um baita de um mau exemplo mesmo, tanto para os que torciam para os porquinhos, como para os que torciam para que ele vencesse a batalha! No final das contas, ele é ridicularizado pelos dois lados, logo este não foi um bom final! Nem as histórias de princesas que acabam em: – Viveram felizes para sempre!!! Como assim? Eu sou casado e sei que depois que se casa é que o bicho pega de verdade… o resto é apenas preliminares… a história mesmo, vem depois dos felizes para sempre!!!
E a história da Cinderela? Quem garante que ao dar os sapatinhos de cristal para a Cinderela, a Fada Madrinha não tinha jogado um encanto onde o príncipe, coitado, apenas se apaixonou desesperadamente por ela, porque na real estava fora de suas atividades mentais normais, graças ao dito feitiço??!!
Escolher um bom final para um personagem é uma coisa difícil mesmo! Porque para ser perfeito, tem que ser unanimidade, ou pelo menos a maioria!
Acabar como na vida real também não gosto, porque tem cara de… E? Como assim? Cadê o resto?
Tô nessas… talvez porque me chamo Marcelo e assim como o outro… o D2, também estou buscando algo perfeito, mas no meu caso, estou tentando descobrir um Final Perfeito!

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4 Respostas para “Aí Marcelo em busca da Batida Perfeita? Não! Do Final Perfeito!

  1. O final perfeito não existe. Toda história pode ter uma centena de finais. A batida perfeita também não deve existir. A batida perfeita só existe quando provoca “perda total”. O sinistro absoluto!!!!!!

    • É! Concordo… creio que não devemos esperar a perfeição, nada por aqui parece ser considerado perfeito mesmo! Aliás, somente o que é sinistro parece ter esta conotação!!!
      Abraço!

  2. Aprendi q a vida é feita de momentos bons! A nossa vida é mto imprevisível, não sabemos o q ocorrerá amnhã conosco, somos uma “BRUMA”, na pior das hipósteses, podemos “bater as botas”, por isso é importante fazer o dia-a-dia valer a pena. Não existe final feliz, existem momentos incomparáveis de felicidade, de paz interior, de cumplicidade com os amigos…e de bem-estar. Para um diabético o “final feliz” pode ocorrer todos os dias, quando ao realizarmos as medições, constatamos q os valores são bons e q estamos nos sentindo confortáveis e saudáveis e, por consequência, nos sentimos on controle da situação e qdo estamos no controle, a coisa anda. Ser diabético é descobrir novas formas de se viver…já te disseram q um diabético pode viver mto mais q uma pessoa “normal”?
    Abraços,

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