Tão suave…

Pousou suave em minha janela e lá ficou.
Tão pequeno, tranquilo, e aparentemente indefeso.
Cantou, calou e foi-se embora.
Sabia que eu estava ali? Sabia que fazia parte de uma cidade? Pensava nas coisas da vida, ou apenas sobrevivia?
Nos planos divinos, quem era mais importante? Ele que cantava, ou eu que ouvia?
Se havia um porque… qual era o por que de nós dois?
Ele encantando e eu encantado…
Um saiu voando e o outro imaginando…
Deus abençoe os seres e as belezas… mas abençoe a nós também… os que apenas admiram!!!

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