Ele

Paz é o que ele transmitia e era o que tinha de mais certo em sua vida.
Paz no coração e uma alma leve e tranqüila, mas não esta tranqüilidade de se ir a praia, de se balançar na rede e que se foge das notícias e polêmicas. Não! Não era isso!
Ele tinha seus compromissos e os exercia com respeito e gratidão.
Seu sorriso era sereno, puro e cheios de alguma coisa que se poderia chamar de amor, pois não reconhecia aquele sentimento em lugar nenhum.
Ao encontrá-lo era difícil não se emocionar, sua expressão carinhosa e seu interesse comoviam.
Falei dos meus problemas, chorei e mesmo me sentindo infantil demais ao confessar ainda tê-los, pois diante de tal figura, tudo parecia óbvio e natural, mas como ele se interessava, acabei contando todos eles.
Era apenas um sonho e seu nome pouco importava, Adonai, Allah, Deus, Jeová, God eram alguns possíveis, mas que só não se encaixavam com perfeição, pois minha mente infantil e viciada nesta vida tão limitada, não os reconhecia.
Cheguei a pensar que um religioso, um estudioso, ou governante teriam aproveitado melhor este encontro. Teriam feito perguntas e resolvido questões muito mais sérias e profundas do que as minhas tão sem importância, mas ignorei tudo isto quando ele me deu um abraço e me fez acordar feliz… apenas feliz!

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