Na labuta…

Ela falava mil coisas. Mil palavras de apoio e crescimento.
Eu a ouvia como podia… eu tentava e me concentrava ao máximo…
Ela contava histórias e me mostrava as figuras para que tudo ficasse claro, mas sabia das minhas limitações, distrações e da minha memória ruim!
Rezava para não esquecer seus ensinamentos e me concentrava ao ponto de sentir as minhas vistas arderem, para que eu não perdesse nada daquele momento.
A mais poderosa bruxa que eu havia conhecido estava ali, diante de mim e preocupada comigo! Eu a amava como se ama os seres mais puros e, ao mesmo tempo, tinha um respeito fiel e heróico, como se tem as criaturas mais poderosas e honradas.
Diante de seus avisos e preces, apenas a observava respeitosamente. Sabia do seu bem querer por mim, como uma mãe preocupada e conhecedora das forças do invisível ao nosso redor.
Me dirigiu uma prece poderosa e sorriu com seu sorriso maternal e amoroso, elevando assim, mais uma vez, as minhas forças e o meu desejo de acertar.
Antes de acordar… dei-lhe um abraço comovido… e voltei a minha condição humana de todos os dias…

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