Espiritualidade.

Acreditar e persistir, nem sempre é uma tarefa fácil!
Quando a mente se interessa por outros brilhos e encantos… continuar atento e feliz no que faz… pode se tornar uma luta!
Pera lá! Sei do que gosto… e gosto do que sei! Mas as últimas experiências, colaboradores e clientes… me levaram um pouco daquela alegria que tinha naquilo tudo!
Tá bom… admito… estou decepcionado e traumatizado! Isto leva a confiança embora e neutraliza um pouco da fé que rodeia nossa história. Tudo perde aquele brilho… E aquela luz especial… diminui!!!
Na real amo muitas coisas… mas há uma coisa estranha acontecendo… e não é ruim… mas inexplicável!!!
Posso chamar de Amor? Acho que sim… mas um amor voltado as coisas do invisível… uma necessidade de algo mais espiritual e muito individual… sem perder os que se ama de vista!!!
Não… não quero ser crente, católico, budista, espírita… ou qualquer um desses rótulos… mas quero seguir com outra mentalidade e próximo da Luz Divina!
Uma espiritualidade vista do meu ângulo e para mim… pois não quero lutar por causas e pessoas! Não quero saber de mim através dos erros alheios, ou acertos… mas feliz pelo o que eu conseguir… por mim mesmo!
Enfim… tô mesmo aqui… e ainda no barato!!!;)

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2 Respostas para “Espiritualidade.

  1. Marcelo,

    não foi a coisa mais fácil decidir pela proposta de trabalhar onde estou agora. Aliás, ninguém disse que coisa alguma seria fácil (rs). Tudo na vida tem seus prós e contras; quando os “contras” são maiores em quantidade, por exemplo, vejo se nos “prós” estão aqueles valores dos quais não abro mão, que em muito se sobrepõem à quantidade na outra lista.

    Também não acho que eu vá salvar o mundo: minha juventude de grandes idealizações deu lugar à visão mais realista – mas que não equivale a pessimismo. Há muitas dificuldades naquilo que faço, mas a minha paixão prevalece, e encontra justificativa naquela sensação intransferível de estar fazendo o melhor que posso – ao meu modo, estou semeando ideias na fértil imaginação infantil. Tenho certeza de que, “implicitamente”, até há coisas que escapam à mente condicionada do professor, mas certamente não escapam à sensibilidade da criança, que é com quem eu me comunico de verdade.
    .
    Acreditar e persistir não é fácil. Mas persistir naquilo em que você acredita naturalmente é um pouco menos difícil. Se o que o move é aquilo que você sente muito forte dentro de si, provavelmente esta seja a sua verdade. Isto é o melhor a ser feito. E, como é algo que somente você sente, não espere encontrar respaldo nas razões alheias. (A razão das pessoas à sua volta é movida por um sentimento diferente do seu. Isso não significa que você esteja errado ou que elas estejam erradas. Significa apenas que há modos diferentes de sentir.)

    Saber do que gostamos e gostarmos do que sabemos não nos limita a não gostar daquilo que ainda é desconhecido e que, apesar de desconhecido, encanta e atrai de tal maneira que desejamos torná-lo algo próximo.

    O amor voltado às coisas do invisível não é menos “palpável” do que aquele que se tem pelo que se vê (risos)… Não foi Platão quem considerou que o mundo “original” é o “mundo das ideias”, e que todos vivemos no “mundo das sombras”, que dele é apenas uma reprodução imperfeita?…

    Até a próxima!

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